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Leme,04/02/2026

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Impasse no Conselho de Saúde: R$ 1,4 Milhão para energia solar na Santa Casa em xeque

Atrasos e falta de transparência deixam moradores de Leme na espera

Leme Online
Impasse no Conselho de Saúde: R$ 1,4 Milhão para energia solar na Santa Casa em xeque No Conselho de Saúde de Leme, o impasse sobre R$ 1,4 milhão para energia solar na Santa Casa deixa moradores na expectativa por transparência e resultados.

O Conselho Municipal de Saúde de Leme, SP, engatilhou um impasse: R$ 1,4 milhão em emendas parlamentares para energia solar na Santa Casa estão travados desde janeiro de 2025, com ata publicada só em julho. Moradores cobram respostas, enquanto a saúde pública padece por falta de clareza nos gastos.


Leme, cidade de 100 mil habitantes, vive um nó na garganta desde a primeira reunião ordinária de 2025, em 29 de janeiro. O Conselho Municipal de Saúde discutiu a aplicação de R$ 1,4 milhão em emendas parlamentares, sendo R$ 1.285.500,00 destinados à instalação de energia solar na Santa Casa de Misericórdia, mas a decisão patina. A ata, divulgada cinco meses depois, em 22 de julho, revelou um debate inconclusivo: o projeto, apresentado ao senador Marcos Pontes, colide com o tipo de recurso recebido, gerando controvérsia. Hoje, 12 de setembro de 2025, às 03:54 AM -03, a comunidade pressiona por transparência, enquanto a Santa Casa segue sem a economia prometida de R$ 8 milhões em 25 anos. O *Leme Online* foi atrás da verdade.


O impasse começou quando o Conselho, presidido por Michel Antony Melenchon Leite, constatou incompatibilidade entre o plano de trabalho e os recursos das emendas. Parte do valor seria para custeio da Santa Casa, mas o montante maior, ligado à energia solar, exige investimento em infraestrutura, o que gerou dúvidas legais. A reunião de janeiro decidiu retomar a pauta em data futura, mas até agora, silêncio. No X, @LemeVerdade disparou: “Cadê o dinheiro da solar? A Santa Casa tá no escuro!” No grupo “Comunidade Lemense” no Facebook, moradores relatam filas e falta de equipamentos, questionando se os R$ 1,4 milhão estão parados ou mal aplicados.


A Santa Casa, que atende 60% da demanda SUS em Leme, depende de emendas como essa para modernização. O projeto de energia fotovoltaica, proposto por Vereador Ricardinho em 2023 com o senador Marcos Pontes, visava economia mensal e reinvestimento em serviços médicos. Mas a demora expõe falhas na gestão do Conselho e da Prefeitura. A ata de julho, publicada com atraso, não esclarece prazos ou responsáveis, alimentando desconfiança. “Se o dinheiro tá aí, por que não usam?”, cobrou um usuário no Facebook. A Secretaria de Saúde prometeu uma nova reunião para outubro, mas sem data fixa, o que só aumenta a irritação.


Para a comunidade, o caso vai além da Santa Casa: é um teste de transparência. Moradores que lotam os PSFs do Cidade Jardim e Jardim Primavera exigem saber como os recursos públicos são gastos, especialmente após emendas de R$ 200 mil para manutenção hospitalar em 2024. O *Portal da Transparência* (sp.portaldatransparencia.com.br), fora do ar, agrava a crise de informação. 


Fontes Citadas:  

• Site da Prefeitura Municipal de Leme, www.leme.sp.gov.br, calendário de eventos e saúde, setembro de 2025.  

• Postagens no X de @LemeVerdade, 10 de setembro de 2025.  

• Grupo “Comunidade Lemense” no Facebook, posts de 11 de setembro de 2025.




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