Desigualdade Social: O Brasil Dividido Chega a Leme
Ricos mais ricos, pobres mais pobres em 2025

A desigualdade social cresce no Brasil de 2025, e em Leme, a distância entre o asfalto e a periferia escancara um país que promete inclusão, mas entrega exclusão.
A desigualdade social no Brasil atingiu níveis alarmantes em 2025, com o 1% mais rico concentrando ainda mais renda, enquanto os mais pobres, mesmo com programas como o Bolsa Família, lutam para sobreviver. Em Leme, a realidade é visível: no centro, lojas e restaurantes atendem uma classe média endividada, enquanto nas periferias, famílias enfrentam desemprego e inflação galopante.
Dados da FGV mostram que a desigualdade de renda cresceu 3% desde 2023, apesar do crescimento do PIB. O mercado de trabalho local, embora com baixa taxa de desemprego, oferece salários que não acompanham os preços. Projetos comunitários, como hortas urbanas em Leme, tentam aliviar a pressão, mas a falta de políticas públicas robustas frustra. O governo federal fala em “inclusão social”, mas em Leme, a sensação é de abandono. Até quando o Brasil, e Leme, vão conviver com dois mundos em uma só cidade?
COMENTÁRIOS